Hoje chegámos ao nosso Motel ligeiramente mais cedo que ontem, logo decidi aproveitar o tempo para acrescentar algumas observações (A MINHA OPINIÃO PESSOAL) sobre os sítios que visitámos até agora que não estão nos textos anteriores, que é para não me esquecer. No entanto, notem que antes de mais nada devem ler a descrição do dia 5 (colocada agora mesmo) e notem que já é possível colocar comentários anónimos, portanto coloquem!
Vancouver (dia 2)
Gostava de explicar mais em detalhe a boa impressão que esta cidade causou em todos nós. Para além da vista espectacular de que se podia desfrutar ao pé da baía, e dos prédios construídos com óptimo gosto, a cidade tem avenidas largas e espaçadas, passeios igualmente grandes (nas avenidas maiores os passeios são tão largos que podiam passar carros por lá) com tiras de relva continuas que os separam das estradas, muitas árvores, arbustos e fontes. Tudo isto está impecávelmente limpo e arranjado. Não há graffitis ou cagalhões de cão, não há sirenes de carros da polícia ou buzinadelas, e a cidade não cheira mal apesar de haver imenso trânsito (os carros óptimos já foram mencionados). Há pistas de bicicleta e patins óptimas, também, e vimos pessoas a andar de trotineta. Claro que é uma cidade em que a vida é bastante cara, mas todo chegámos á conclusão de que era uma cidade em que não nos importávamos de viver.
É curiosa a quantidade de chineses (raça muito apreciada pelo Lourenço) que havia em Vancouver. Não se podia olhar para lado nenhum sem se ver pelo menos um. Nos EUA também há chineses, mas não são assim tantos.
Seattle (dia 3)
Depois de Vancouver, a chegada a Seattle, á noite, foi uma grande desilusão. Não é que Seattle seja uma cidade muito feia - é uma cidade normal. Nós é que vinhamos de Vancouver, que é uma cidade acima do normal.
A pousada em que ficámos era mesmo abaixo de cão. Extremamente abafada, os chuveiros não tinham pressão, o recepcionista era antipático, os chuveiros não tinham pressão, por cada chave do quarto era preciso um depósito de $20, os chuveiros não tinham pressão, a comida era má... Já disse que os chuveiros não tinham pressão? Pagámos mais para estar nesta pousada miserável que nos moteis em que temos dormido nestes ultimos dias, que são incrívelmente melhores.
Durante o dia fartámo-nos de andar em Seattle e a nossa impressão da cidade melhorou imenso - é uma cidade bastante gira, até. Na visita guiada aos "subterrâneos" o nosso guia contou-nos a história da criação de Seattle, ou melhor, várias histórias. Ficámos a saber que Seattle era um chefe indio, que a cidade ardeu toda no século 19 e que os habitantes até gostaram, visto que lhes permitiu reconstruir a cidade com um sistema sanitário decente. Toda a cidade estava construída sobre um pantano e logo decidiu-se elevar todas as ruas para a altura do primeiro andar. Os "subterrâneos" são na realidade o antigo rés-do-chão.
Quero ainda mencionar que a comida no estádio de baseball era abaixo de cão. Batatas fritas com alho, batatas fritas a saber a tabaco, etc. Tudo isto custava os olhos da cara. Se alguma vez forem ao Safeco Field, levem a vossa própria comida.
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4 comentários:
e as batatas fritas do safeco field, com alho e a saber a tabaco, tinham pressão?
Sem ser a parte das batatas, ESTOU CHEIA DE INVEJA! :)
Que grande viagem! Actualizem sp o blog para podermos acompanhar!
beijas repenicadas a todos
PS - Vocês são fotogenicos que dói! lol
Tou a adorar! ;-)
Penso eu de que estes morcoes em bez de andaram a badiar e a ber montanhas nos eua deberiam ,isso sim,ir a sao francisco cntratar meia duzia de rabetas para o slb
que eles iriam adorar bestir as camisas rosa-gay!eh,eh,eh!penso eu de que!
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