quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Viagem de regresso (dia 15)
Decorreu sem incidentes, e estamos agora em Portugal. A nossa viagem está concluida!
Fotografias de Los Angeles (dias 13 e 14)
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Visita a Los Angeles (dias 13 e 14)
A ligação á internet deste hotel é tão miserável que não consigo enviar imagens, portanto vai ter que ser só texto (acrescentamos as imagens depois, em Portugal).
Como alguns de vocês sabem, na noite de 12 para 13 o Lourenço partiu a cabeça (nada de grave) e como resultado de várias idas ao hospital ontem só nos levantámos ao meio dia. Imediatamente iniciámos a viagem de regresso de San Diego para Los Angeles, que foi a ultima etapa da nossa jornada.
Chegámos no meio da tarde e, depois de arranjar um hotel perto do aeroporto, fomos visitar Hollywood. Estivémos no passeio dos famosos, onde vimos as estrelas de vários actores e musicos conhecidos (e muitos desconhecidos), fizémos umas compras e jantámos por lá. Á noite, finalmente, entregámos o nosso Toyota Sienna no Aeroporto, apesar das tentativas do obtuso chinês que lá trabalhava para nos impedir (o anormal queria mais dinheiro, que não recebeu).
Hoje de manhã eu, o Quico Mayer, o João e o Diogo fomos para um parque de montanhas russas chamado Six Flags, onde almoçámos e passámos a tarde. Eles andaram em algumas montanhas russas em que se ia pendurado de barriga para baixo, de costas, em queda livre, etc. (eu fiquei-me pelo escorrega de água). É de notar que neste local apanhámos as temperaturas mais altas de toda a nossa viagem (acima dos 40º). Á noite, fizémos mais umas compras por aqui e jantámos umas pizzas.
E assim termina a nossa jornada. Amanhã ás 10 da manhã apanhamos o avião para Newark (6 da tarde aí), e, após viajar durante meio dia e avançar 8 horas para o futuro, chegamos pelas 8 da manhã de 5ª feira a Lisboa.
Como alguns de vocês sabem, na noite de 12 para 13 o Lourenço partiu a cabeça (nada de grave) e como resultado de várias idas ao hospital ontem só nos levantámos ao meio dia. Imediatamente iniciámos a viagem de regresso de San Diego para Los Angeles, que foi a ultima etapa da nossa jornada.
Chegámos no meio da tarde e, depois de arranjar um hotel perto do aeroporto, fomos visitar Hollywood. Estivémos no passeio dos famosos, onde vimos as estrelas de vários actores e musicos conhecidos (e muitos desconhecidos), fizémos umas compras e jantámos por lá. Á noite, finalmente, entregámos o nosso Toyota Sienna no Aeroporto, apesar das tentativas do obtuso chinês que lá trabalhava para nos impedir (o anormal queria mais dinheiro, que não recebeu).
Hoje de manhã eu, o Quico Mayer, o João e o Diogo fomos para um parque de montanhas russas chamado Six Flags, onde almoçámos e passámos a tarde. Eles andaram em algumas montanhas russas em que se ia pendurado de barriga para baixo, de costas, em queda livre, etc. (eu fiquei-me pelo escorrega de água). É de notar que neste local apanhámos as temperaturas mais altas de toda a nossa viagem (acima dos 40º). Á noite, fizémos mais umas compras por aqui e jantámos umas pizzas.
E assim termina a nossa jornada. Amanhã ás 10 da manhã apanhamos o avião para Newark (6 da tarde aí), e, após viajar durante meio dia e avançar 8 horas para o futuro, chegamos pelas 8 da manhã de 5ª feira a Lisboa.
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Visita a S. Diego (dia 12)
Hoje levantámo-nos tarde e fomos á missa do meio dia. Descobrimos que por acaso estamos no antigo bairro italiano de S. Diego, logo há igrejas católicas bastante perto.

(A igreja a que fomos chamava-se Our Lady of the Rosary)
Á tarde, decidimos ir visitar o mundialmente famoso jardim zoológico de S. Diego (800 espécies de animais ou coisa assim). No entanto, á entrada o Diogo, o João Fezas e o Lourenço acharam o bilhete muito caro e foram antes para a praia (Pacific Beach, onde eles foram sair hoje á noite). Eu e os dois Quicos ficámos no jardim zoológico. E agora, receio que se sigam várias fotografias de animais - eu tirei mais que 60, tentei escolher as menos chatas (e menos tremidas, desculpem mas as 10 fotografias que tirei ao panda ficaram TODAS tremidas):







(A igreja a que fomos chamava-se Our Lady of the Rosary)
Á tarde, decidimos ir visitar o mundialmente famoso jardim zoológico de S. Diego (800 espécies de animais ou coisa assim). No entanto, á entrada o Diogo, o João Fezas e o Lourenço acharam o bilhete muito caro e foram antes para a praia (Pacific Beach, onde eles foram sair hoje á noite). Eu e os dois Quicos ficámos no jardim zoológico. E agora, receio que se sigam várias fotografias de animais - eu tirei mais que 60, tentei escolher as menos chatas (e menos tremidas, desculpem mas as 10 fotografias que tirei ao panda ficaram TODAS tremidas):
(para quem não consegue ver isto é uma lontra, um dos poucos animais que conseguimos ver antes das 5 da tarde - os outros estavam todos a dormir a sesta!)
(durante este show mostraram-nos vários animais treinados e explicaram-nos a sua personalidade e hábitos - um canguru, uma espécie de porco, etc)
(todos os pássaros neste lago, incluindo os flamingos em primeiro plano, estavam em liberdade)
domingo, 12 de agosto de 2007
Newport e Viagem para San Diego (dias 10 e 11)
Ontem de manhã saímos da aldeia onde nos alojámos (chamava-se Ventura) e atravessámos Los Angeles até Newport. Aqui, encontrámos uma praia conhecida como The Wedge, aparentemente muito boa para fazer "body-surf" devido ás suas ondas extremamente fortes.
Fomos á praia antes do almoço, e depois arranjámos um Motel, almoçámos e fomos á praia outra vez. Ninguém levou máquina fotográfica, logo não há fotografias deste dia; O Diogo filmou um bocado mas a internet nunca funciona tempo suficiente para colocarmos o video no YouTube logo terá que ficar para depois.
Hoje de manhã levantámo-nos bastante tarde e fomos outra vez á praia. Não ficámos muito tempo, mas tirámos algumas fotografias:



(fotografia do João ao pé de alguns carros supostamente bons que vimos no caminho e que eles insistiram em incluir aqui não sei bem porquê)

Fomos á praia antes do almoço, e depois arranjámos um Motel, almoçámos e fomos á praia outra vez. Ninguém levou máquina fotográfica, logo não há fotografias deste dia; O Diogo filmou um bocado mas a internet nunca funciona tempo suficiente para colocarmos o video no YouTube logo terá que ficar para depois.
Hoje de manhã levantámo-nos bastante tarde e fomos outra vez á praia. Não ficámos muito tempo, mas tirámos algumas fotografias:
(uma onda no The Wedge; não é das maiores que vimos)
(nós e o nadador salvador, mesmo antes de irmos embora)
Depois de sairmos da praia arrancámos para San Diego. A viagem era curta mas apanhámos bastante trânsito, logo demorou um pouco mais que o esperado. Almoçámos num Pizza Hut/Taco Bell e arranjámos um Motel.
Depois de sairmos da praia arrancámos para San Diego. A viagem era curta mas apanhámos bastante trânsito, logo demorou um pouco mais que o esperado. Almoçámos num Pizza Hut/Taco Bell e arranjámos um Motel.
(fotografia do João ao pé de alguns carros supostamente bons que vimos no caminho e que eles insistiram em incluir aqui não sei bem porquê)
(acho que isto é um Porsche qualquer)
No fim da tarde ficámos aqui na preguiça, e depois de todos tomarem banho, o que demorou MUITO tempo, demos um pequeno passeio pela cidade (bastante bonita e limpa, quase como Vancouver) á procura de restaurante, acabando por ficar num chamado Wendy's, que serve a especialidade da região - adivinharam, hamburguers.
No fim da tarde ficámos aqui na preguiça, e depois de todos tomarem banho, o que demorou MUITO tempo, demos um pequeno passeio pela cidade (bastante bonita e limpa, quase como Vancouver) á procura de restaurante, acabando por ficar num chamado Wendy's, que serve a especialidade da região - adivinharam, hamburguers.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Viagem para Los Angeles (Dia 9)
(Não se esqueçam de ler o post abaixo sobre o 2º dia em S. Francisco)
Hoje saímos de S. Francisco de manhã, despedindo-nos do simpático chinês que nos lavou a roupa durante a nossa estadia:

Depois de algumas horas na estrada, parámos na aldeia de Carmel, onde almoçámos:

Depois passámos mais umas horas na estrada. Pelo caminho vimos focas. Á noite foi dificilimo arranjar alojamento. Mas acabámos por conseguir. E é tudo por hoje. Foi mesmo um dia estupido.
Hoje saímos de S. Francisco de manhã, despedindo-nos do simpático chinês que nos lavou a roupa durante a nossa estadia:
Depois de algumas horas na estrada, parámos na aldeia de Carmel, onde almoçámos:
Depois passámos mais umas horas na estrada. Pelo caminho vimos focas. Á noite foi dificilimo arranjar alojamento. Mas acabámos por conseguir. E é tudo por hoje. Foi mesmo um dia estupido.
Visita a S.Francisco (Dia 8)
Acordámos de manhã, desta vez de madrugada, para ver a prisão de Alcatraz, na outra ponta da cidade. Passámos no meio de Chinatown, para grande gáudio do Diogo (e furia do Lourenço), direitos ao Pier 43, que viemos posteriormente a descobrir ser o errado para as visitas. Quando chegámos, descobrimos que as visitas para Alcatraz teriam de ser marcadas com semanas de antecedência e nem os valorosos argumentos do meu irmão serviram para convencer o homem da bilheteira. Contentámo-nos com os leões marinhos (em minha opinião é um bicho sem graça nenhuma e que cheira mal).
Antes do almoço visitámos o museu da cera (mediano) e o aquário (tinha uns tuneis que passavam por debaixo de água espetaculares, cheios de peixes e mergulhadores). Almoçámos no Bubba Gump (muito bom e por imposição do Lourenço) e fomos depois ao museu Believe it or Not! (a melhor maneira de descrever é dizendo que está cheio de coisas giras e estranhas).

Seguiu-se o dia na "Rua Torta" (designação generalizada no seio do grupo) que estava cheia de boas vistas para a cidade e chineses!




No fim do dia para descontrair, fomos ver umas miúdas, e encontrámos estes belos espécimenes. Alguns membros do grupo não perderam tempo como se pode ver na fotografia.

Antes do almoço visitámos o museu da cera (mediano) e o aquário (tinha uns tuneis que passavam por debaixo de água espetaculares, cheios de peixes e mergulhadores). Almoçámos no Bubba Gump (muito bom e por imposição do Lourenço) e fomos depois ao museu Believe it or Not! (a melhor maneira de descrever é dizendo que está cheio de coisas giras e estranhas).
(Rua típica da cidade)
Seguiu-se o dia na "Rua Torta" (designação generalizada no seio do grupo) que estava cheia de boas vistas para a cidade e chineses!
(Prédio do "Bico")
(Diogo com o seu novo povo preferido, reparem como o imitam)
(A rua do Francisco)
(Não se metam conosco, especialmente o Lourenço)
No fim do dia para descontrair, fomos ver umas miúdas, e encontrámos estes belos espécimenes. Alguns membros do grupo não perderam tempo como se pode ver na fotografia.
(Momento de descontração!)
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Visita a S.Francisco (Dia 7)
Olá a todos os nossos inúmeros 3 ou 4 leitores.
Neste dia, começei de manhã, por revelar alguma solidariedade institucional ao acompanhar o Lourenço na vontade de procurar um poiso com mais condições. O Lourenço acaba de revelar um nova teoria que vai revolucionar a Economia, que passo a citar : "O dinheiro é para circular". Foi nesta afirmação que nos baseámos, para pagar mais uns poucos dólares e abandonarmos aquela "esplunca" segundo o Lourenço. O resto da malta preferiu manter-se no poiso anterior, pois saía mais em conta.
De manhã, o nosso guia Morais, que cuidadosamente efectuou o guia estratégico para S.Francisco, conduziu-nos à Union Square, para praticar um pouco de consumismo.

Visitámos um museu no meio de um parque de golf, cujo nome não me recordo, onde à entrada, nos pudemos enojar e cuspir para o chão com veemência após visionarmos dois abichanados e musculados homens a darem as mãozinhas. Mas diga-se que eram muito queridos.


De resto, apreciámos a vista para a ponte, que não passa de uma reles imitação da nossa 25 dabril, sendo que a nossa já está quitada com um linha de comboio por baixo, e esta americana ainda está de origem.

Cumprimentos,
Diogo
Neste dia, começei de manhã, por revelar alguma solidariedade institucional ao acompanhar o Lourenço na vontade de procurar um poiso com mais condições. O Lourenço acaba de revelar um nova teoria que vai revolucionar a Economia, que passo a citar : "O dinheiro é para circular". Foi nesta afirmação que nos baseámos, para pagar mais uns poucos dólares e abandonarmos aquela "esplunca" segundo o Lourenço. O resto da malta preferiu manter-se no poiso anterior, pois saía mais em conta.
De manhã, o nosso guia Morais, que cuidadosamente efectuou o guia estratégico para S.Francisco, conduziu-nos à Union Square, para praticar um pouco de consumismo.
Visitámos um museu no meio de um parque de golf, cujo nome não me recordo, onde à entrada, nos pudemos enojar e cuspir para o chão com veemência após visionarmos dois abichanados e musculados homens a darem as mãozinhas. Mas diga-se que eram muito queridos.
De resto, apreciámos a vista para a ponte, que não passa de uma reles imitação da nossa 25 dabril, sendo que a nossa já está quitada com um linha de comboio por baixo, e esta americana ainda está de origem.
Cumprimentos,
Diogo
Viagem para S.Francisco (Dia 6)
Escrevo hoje as minhas primeiras palavras neste poiso internético, para comentar as nossas aventuras no 6º dia em pleno solo americano. Saímos bem cedo de Crescent City no extremo Nortenho da Califórnia, tendo S.Francisco como objectivo de chegada.
De manhã visitámos o Redwood National Park, conhecido pelo seu gigantesco e imponente arvoredo sequoiano. Nesse parque tive oportunidade de pedir pessoalmente informações a um casal que ali se encontrava, casal esse curioso, pelo facto do elemento feminino do mesmo possuir um estrondo vocal de tom grave impressionante, que não só ofuscava o seu parceiro, como faria inveja a tenores conhecidos da nossa praça. Quando a Senhora abriu a sua concavidade bocal para dar asas ao seu sonoro Adamastor, e para nos auxiliar, o Fezas Vital não aguentou, tendo tido mesmo necessidade de entrar na nossa Toyota para se conter.

De salientar a altura impressionante das árvores, embora tenha que lamentar o facto de não nos termos deparado com um único asiático nessa manhã. Incrível. Para vos elucidar do que falo, devo esclarecer que nesta epopeia na América os chinocas estam por todo o lado. O Lourenço tem andado furibundo e deprimido à conta deste povo, situação que não compreendo, pois é do meu ponto de vista, um povo simpático e bronco, com que gosto bastante de interagir.



Após a aventura no parque, seguímos para almoçar numa terra pescatória, onde tivémos o previlégio de ser servidos à mesa por uma moça esbelta,loira, olhos azuis, enfim para quê ziguezaguear na gramática, quando o termo BOAZONA é o mais indicado? Diga-se que foi a primeira americana que vimos,que não comia pizza e tinha menos de 140 quilos.
Após o simpático repasto, foram só mais umas 4 horas de carro e chegámos a S.Francisco com uma entrada triunfal, onde fomos escoltados pela polícia americana, uma vez que ali estavam a entrar figuras proeminentes da nação Tuga. Findo todo o aparato policial e de segurança, conduziram-nos para o USA S.Franciscisco Hostel, claramente o melhor hotel de S.Francisco, que se dá ao luxo de exigir aos seus clientes que façam a sua própria cama e que partilhem o seu quarto com desconhecidos. Apesar de todas estas extravagâncias, o Lourenço como cliente exigente que é, não ficou satisfeito e exigiu um hotel melhor para o dia seguinte. Realmente não se percebe.
Cumprimentos,
Diogo
De manhã visitámos o Redwood National Park, conhecido pelo seu gigantesco e imponente arvoredo sequoiano. Nesse parque tive oportunidade de pedir pessoalmente informações a um casal que ali se encontrava, casal esse curioso, pelo facto do elemento feminino do mesmo possuir um estrondo vocal de tom grave impressionante, que não só ofuscava o seu parceiro, como faria inveja a tenores conhecidos da nossa praça. Quando a Senhora abriu a sua concavidade bocal para dar asas ao seu sonoro Adamastor, e para nos auxiliar, o Fezas Vital não aguentou, tendo tido mesmo necessidade de entrar na nossa Toyota para se conter.
De salientar a altura impressionante das árvores, embora tenha que lamentar o facto de não nos termos deparado com um único asiático nessa manhã. Incrível. Para vos elucidar do que falo, devo esclarecer que nesta epopeia na América os chinocas estam por todo o lado. O Lourenço tem andado furibundo e deprimido à conta deste povo, situação que não compreendo, pois é do meu ponto de vista, um povo simpático e bronco, com que gosto bastante de interagir.
Após a aventura no parque, seguímos para almoçar numa terra pescatória, onde tivémos o previlégio de ser servidos à mesa por uma moça esbelta,loira, olhos azuis, enfim para quê ziguezaguear na gramática, quando o termo BOAZONA é o mais indicado? Diga-se que foi a primeira americana que vimos,que não comia pizza e tinha menos de 140 quilos.
Após o simpático repasto, foram só mais umas 4 horas de carro e chegámos a S.Francisco com uma entrada triunfal, onde fomos escoltados pela polícia americana, uma vez que ali estavam a entrar figuras proeminentes da nação Tuga. Findo todo o aparato policial e de segurança, conduziram-nos para o USA S.Franciscisco Hostel, claramente o melhor hotel de S.Francisco, que se dá ao luxo de exigir aos seus clientes que façam a sua própria cama e que partilhem o seu quarto com desconhecidos. Apesar de todas estas extravagâncias, o Lourenço como cliente exigente que é, não ficou satisfeito e exigiu um hotel melhor para o dia seguinte. Realmente não se percebe.
Cumprimentos,
Diogo
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Extras (dias 2 e 3)
Hoje chegámos ao nosso Motel ligeiramente mais cedo que ontem, logo decidi aproveitar o tempo para acrescentar algumas observações (A MINHA OPINIÃO PESSOAL) sobre os sítios que visitámos até agora que não estão nos textos anteriores, que é para não me esquecer. No entanto, notem que antes de mais nada devem ler a descrição do dia 5 (colocada agora mesmo) e notem que já é possível colocar comentários anónimos, portanto coloquem!
Vancouver (dia 2)
Gostava de explicar mais em detalhe a boa impressão que esta cidade causou em todos nós. Para além da vista espectacular de que se podia desfrutar ao pé da baía, e dos prédios construídos com óptimo gosto, a cidade tem avenidas largas e espaçadas, passeios igualmente grandes (nas avenidas maiores os passeios são tão largos que podiam passar carros por lá) com tiras de relva continuas que os separam das estradas, muitas árvores, arbustos e fontes. Tudo isto está impecávelmente limpo e arranjado. Não há graffitis ou cagalhões de cão, não há sirenes de carros da polícia ou buzinadelas, e a cidade não cheira mal apesar de haver imenso trânsito (os carros óptimos já foram mencionados). Há pistas de bicicleta e patins óptimas, também, e vimos pessoas a andar de trotineta. Claro que é uma cidade em que a vida é bastante cara, mas todo chegámos á conclusão de que era uma cidade em que não nos importávamos de viver.
É curiosa a quantidade de chineses (raça muito apreciada pelo Lourenço) que havia em Vancouver. Não se podia olhar para lado nenhum sem se ver pelo menos um. Nos EUA também há chineses, mas não são assim tantos.
Seattle (dia 3)
Depois de Vancouver, a chegada a Seattle, á noite, foi uma grande desilusão. Não é que Seattle seja uma cidade muito feia - é uma cidade normal. Nós é que vinhamos de Vancouver, que é uma cidade acima do normal.
A pousada em que ficámos era mesmo abaixo de cão. Extremamente abafada, os chuveiros não tinham pressão, o recepcionista era antipático, os chuveiros não tinham pressão, por cada chave do quarto era preciso um depósito de $20, os chuveiros não tinham pressão, a comida era má... Já disse que os chuveiros não tinham pressão? Pagámos mais para estar nesta pousada miserável que nos moteis em que temos dormido nestes ultimos dias, que são incrívelmente melhores.
Durante o dia fartámo-nos de andar em Seattle e a nossa impressão da cidade melhorou imenso - é uma cidade bastante gira, até. Na visita guiada aos "subterrâneos" o nosso guia contou-nos a história da criação de Seattle, ou melhor, várias histórias. Ficámos a saber que Seattle era um chefe indio, que a cidade ardeu toda no século 19 e que os habitantes até gostaram, visto que lhes permitiu reconstruir a cidade com um sistema sanitário decente. Toda a cidade estava construída sobre um pantano e logo decidiu-se elevar todas as ruas para a altura do primeiro andar. Os "subterrâneos" são na realidade o antigo rés-do-chão.
Quero ainda mencionar que a comida no estádio de baseball era abaixo de cão. Batatas fritas com alho, batatas fritas a saber a tabaco, etc. Tudo isto custava os olhos da cara. Se alguma vez forem ao Safeco Field, levem a vossa própria comida.
Vancouver (dia 2)
Gostava de explicar mais em detalhe a boa impressão que esta cidade causou em todos nós. Para além da vista espectacular de que se podia desfrutar ao pé da baía, e dos prédios construídos com óptimo gosto, a cidade tem avenidas largas e espaçadas, passeios igualmente grandes (nas avenidas maiores os passeios são tão largos que podiam passar carros por lá) com tiras de relva continuas que os separam das estradas, muitas árvores, arbustos e fontes. Tudo isto está impecávelmente limpo e arranjado. Não há graffitis ou cagalhões de cão, não há sirenes de carros da polícia ou buzinadelas, e a cidade não cheira mal apesar de haver imenso trânsito (os carros óptimos já foram mencionados). Há pistas de bicicleta e patins óptimas, também, e vimos pessoas a andar de trotineta. Claro que é uma cidade em que a vida é bastante cara, mas todo chegámos á conclusão de que era uma cidade em que não nos importávamos de viver.
É curiosa a quantidade de chineses (raça muito apreciada pelo Lourenço) que havia em Vancouver. Não se podia olhar para lado nenhum sem se ver pelo menos um. Nos EUA também há chineses, mas não são assim tantos.
Seattle (dia 3)
Depois de Vancouver, a chegada a Seattle, á noite, foi uma grande desilusão. Não é que Seattle seja uma cidade muito feia - é uma cidade normal. Nós é que vinhamos de Vancouver, que é uma cidade acima do normal.
A pousada em que ficámos era mesmo abaixo de cão. Extremamente abafada, os chuveiros não tinham pressão, o recepcionista era antipático, os chuveiros não tinham pressão, por cada chave do quarto era preciso um depósito de $20, os chuveiros não tinham pressão, a comida era má... Já disse que os chuveiros não tinham pressão? Pagámos mais para estar nesta pousada miserável que nos moteis em que temos dormido nestes ultimos dias, que são incrívelmente melhores.
Durante o dia fartámo-nos de andar em Seattle e a nossa impressão da cidade melhorou imenso - é uma cidade bastante gira, até. Na visita guiada aos "subterrâneos" o nosso guia contou-nos a história da criação de Seattle, ou melhor, várias histórias. Ficámos a saber que Seattle era um chefe indio, que a cidade ardeu toda no século 19 e que os habitantes até gostaram, visto que lhes permitiu reconstruir a cidade com um sistema sanitário decente. Toda a cidade estava construída sobre um pantano e logo decidiu-se elevar todas as ruas para a altura do primeiro andar. Os "subterrâneos" são na realidade o antigo rés-do-chão.
Quero ainda mencionar que a comida no estádio de baseball era abaixo de cão. Batatas fritas com alho, batatas fritas a saber a tabaco, etc. Tudo isto custava os olhos da cara. Se alguma vez forem ao Safeco Field, levem a vossa própria comida.
Estado do Oregon (dia 5)
Hoje foi possívelmente um dos dias mais chatos da nossa viagem, passado quase inteiramente dentro do carro. Fomos desde Portland até á Califórnia, atravessando todo o Oregon!
De manhã, depois de abandonar o Motel, atravessámos parte do estado utilizando uma auto-estrada semelhante á A1 - a paisagem era muito parecida com a que se pode encontrar em Portugal, nos arredores do Ribatejo. Quando abandonámos a auto-estrada, voltámos a encontrar montes florestados, se bem que não tão imponentes como os do estado de Washington.
Depois de almoçarmos (uns bifes óptimos) numa pensão á beira de um lago literalmente localizado no fim do mundo, seguimos em direcção á principal atracção do dia, o Crater Lake. Este trata-se de um lago muito bonito localizado numa antiga cratera vulcânica. Os sítios de onde vimos o lago eram a cerca de 2400m de altitude, logo apanhámos algum frio.



Depois do Crater Lake passámos o resto da tarde no carro - fomos primeiro para Oeste e depois Sudoeste e acabámos numa aldeia no extremo noroeste da Califórnia chamada Cresent City.
De manhã, depois de abandonar o Motel, atravessámos parte do estado utilizando uma auto-estrada semelhante á A1 - a paisagem era muito parecida com a que se pode encontrar em Portugal, nos arredores do Ribatejo. Quando abandonámos a auto-estrada, voltámos a encontrar montes florestados, se bem que não tão imponentes como os do estado de Washington.
Depois de almoçarmos (uns bifes óptimos) numa pensão á beira de um lago literalmente localizado no fim do mundo, seguimos em direcção á principal atracção do dia, o Crater Lake. Este trata-se de um lago muito bonito localizado numa antiga cratera vulcânica. Os sítios de onde vimos o lago eram a cerca de 2400m de altitude, logo apanhámos algum frio.
Depois do Crater Lake passámos o resto da tarde no carro - fomos primeiro para Oeste e depois Sudoeste e acabámos numa aldeia no extremo noroeste da Califórnia chamada Cresent City.
domingo, 5 de agosto de 2007
Estado de Washington (dia 4)
Hoje de manhã abandonámos finalmente Seattle e levantámos o nosso carro. O que tinhamos pedido originalmente não estava disponível, logo ficámos com um ligeiramente maior, o que quer dizer que estamos bastante mais á larga.
Saímos da cidade em direcção ao leste através de montanhas espectaculares, enormes e cobertas por floresta de fazer vergonha a Sintra. Na verdade provávelmente vimos mais árvores hoje do que no resto das nossas vidas. Parámos numa estação de serviço para acabar de tomar o pequeno almoço e seguimos para o Columbia River.
O Columbia River fica numa região que contrasta completamente com as florestas préviamente mencionadas - é um rio que corre através de montes áridos, quase desérticos, mas isso significa que a vista é espectacular. Parámos ao pé do rio para tirar fotografias e de seguida fomos visitar o Gorge Amphitheatre (só o descobrimos por engano porque não era suposto lá irmos), que é um sítio onde há concertos (é um dos preferidos do Dave Matthews, de acordo com o Quico Mayer). Estava fechado, mas deixaram-nos entrar e pudémos tirar imensas fotografias da área e das vistas.



A seguir ao Columbia River fomos para sudoeste em direcção ao Mount Rainier. Parámos para almoçar num restaurante menos mau, pela primeira vez desde o início da viagem (comemos bifes), e ao fim de algum tempo voltámos a encontrar montes florestados ainda maiores que os que tinhamos visto de manhã. Parámos ao pé de um lago para dar uma vista de olhos e depois subimos para altitudes mais frias. O Mount Rainier própriamente dito era uma montanha gigantesca (maior que qualquer coisa que tenhamos em Portugal) que infelizmente estava quase completamente coberta por nuvens, logo não deu para ver muito bem. Tirámos mais fotografias e de seguida voltámos para Oeste e depois Sul.

Tinhamos planeado ir a outro monte, mas por esta altura já estávamos um bocado fartos de ver árvores, logo seguimos directamente para Sul e saímos do estado de Washington para entrar no Oregon. Jantámos num Burger King e estamos agora num Motel á beira da estrada (que é bem melhor que as pousadas onde temos ficado até agora).
O Columbia River fica numa região que contrasta completamente com as florestas préviamente mencionadas - é um rio que corre através de montes áridos, quase desérticos, mas isso significa que a vista é espectacular. Parámos ao pé do rio para tirar fotografias e de seguida fomos visitar o Gorge Amphitheatre (só o descobrimos por engano porque não era suposto lá irmos), que é um sítio onde há concertos (é um dos preferidos do Dave Matthews, de acordo com o Quico Mayer). Estava fechado, mas deixaram-nos entrar e pudémos tirar imensas fotografias da área e das vistas.
(o Columbia River)
(Gorge Amphitheatre)
A seguir ao Columbia River fomos para sudoeste em direcção ao Mount Rainier. Parámos para almoçar num restaurante menos mau, pela primeira vez desde o início da viagem (comemos bifes), e ao fim de algum tempo voltámos a encontrar montes florestados ainda maiores que os que tinhamos visto de manhã. Parámos ao pé de um lago para dar uma vista de olhos e depois subimos para altitudes mais frias. O Mount Rainier própriamente dito era uma montanha gigantesca (maior que qualquer coisa que tenhamos em Portugal) que infelizmente estava quase completamente coberta por nuvens, logo não deu para ver muito bem. Tirámos mais fotografias e de seguida voltámos para Oeste e depois Sul.
(Onde está o Mount Rainier? - Olhem bem para as nuvens)
Tinhamos planeado ir a outro monte, mas por esta altura já estávamos um bocado fartos de ver árvores, logo seguimos directamente para Sul e saímos do estado de Washington para entrar no Oregon. Jantámos num Burger King e estamos agora num Motel á beira da estrada (que é bem melhor que as pousadas onde temos ficado até agora).
sábado, 4 de agosto de 2007
Seattle (dia 3)
Chegámos tarde na noite do dia 2. Saímos do autocarro (vindos do Canadá) em Downtown Seattle e viemos a pé até ao hotel (penso que o Lourenço finalmente se arrependeu de trazer mala em vez de mochila...).
Na manhã do dia 3, o tempo estava relativamente mau (abriu à tarde) e arrancámos logo para visitar a Needle Tower (mítica imagem do show Frasier). É uma torre engraçada embora todos esperassem algo um pouco mais alto (145m de altura).

Após um belo repasto (Mc Donald's... finalmente) atravessámos Seattle junto ao mar em direcção ao Pioneer Square (um dos polos históricos da cidade). Aí comprámos bilhetes para um Underground Tour (sem saber o que isso era). Como tínhamos tempo até começar o tal Tour, decidimos ir ao Safeco Field (estádio de baseball da equipa dos Mariners de Seattle situado rigorosamente junto ao estádio dos Sea Hawks, equipa de American Football de Seattle) comprar bilhetes para o jogo contra os Boston Red Sox.
De regresso a Pioneer Square assistimos a uma visita ao centro histórico, por baixo de terra (underground tour... mesmo) que durou 1h30 e foi apreciada por todos.

Pausa para cerveja e seguimos para o Safeco Field para assistir ao jogo (durou 4h!). os Mariners ganharam (foi tipo o Leixões ganhar ao Porto). Foi uma experiência diferente e o jogo é engraçado... uma vez na vida... mais que isso é uma seca.


Hoje (dia 4) ainda vamos visitar o Market (outro dos polos históricos da cidade) que é aqui ao lado do hostel onde há o primeiro Starbucks (onde já tomei o pequeno almoço).
Na manhã do dia 3, o tempo estava relativamente mau (abriu à tarde) e arrancámos logo para visitar a Needle Tower (mítica imagem do show Frasier). É uma torre engraçada embora todos esperassem algo um pouco mais alto (145m de altura).
Após um belo repasto (Mc Donald's... finalmente) atravessámos Seattle junto ao mar em direcção ao Pioneer Square (um dos polos históricos da cidade). Aí comprámos bilhetes para um Underground Tour (sem saber o que isso era). Como tínhamos tempo até começar o tal Tour, decidimos ir ao Safeco Field (estádio de baseball da equipa dos Mariners de Seattle situado rigorosamente junto ao estádio dos Sea Hawks, equipa de American Football de Seattle) comprar bilhetes para o jogo contra os Boston Red Sox.
De regresso a Pioneer Square assistimos a uma visita ao centro histórico, por baixo de terra (underground tour... mesmo) que durou 1h30 e foi apreciada por todos.
Pausa para cerveja e seguimos para o Safeco Field para assistir ao jogo (durou 4h!). os Mariners ganharam (foi tipo o Leixões ganhar ao Porto). Foi uma experiência diferente e o jogo é engraçado... uma vez na vida... mais que isso é uma seca.
Hoje (dia 4) ainda vamos visitar o Market (outro dos polos históricos da cidade) que é aqui ao lado do hostel onde há o primeiro Starbucks (onde já tomei o pequeno almoço).
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